terça-feira, 18 de maio de 2010

Eternal love;

Eu tentei, de alguma forma, negar esse sentimento. Tentei esquecer, me dobrei em mil pra deixar você de lado. É claro que eu não consegui nem fazer de você uma pessoa menos importante; ao contrário, tentando te esquecer, só consegui me provar que você é inesquecível, e aí eu te amei zilhões de vezes mais. Eu costumava te chamar de meu diego... meu coração ainda te chama. E esse "meu" não quer dizer que eu tenha esperanças de casar com você nem nada parecido, esse "meu" está além da compreensão de qualquer pessoa, até de mim! Em tempos sombrios você foi a minha luz, minha salvação, o que me manteu lúcida e me impediu de enlouquecer de dor. Seus olhos, seu sorriso, sua risada, sua VOZ... por muito tempo foi motivo só de alegria. Agora é, muitas vezes, de tristeza. Eu tenho medo de te ver, de te ouvir. Tenho medo de querer voltar ao passado... eu me repreendo por ter feito disso tudo uma dor. Dor calada, algo que ninguém pode compreender. Dói, sufoca de uma maneira inacreditável! Mas às vezes eu preciso sentir essa dor. Ela me prova que você existe, que você foi (e é) algo fundamental na minha vida, prova que você apareceu na minha vida. Diego, eu te amo. De um jeito que ninguém entende, de uma maneira pura... de uma maneira admirável.
Even if you aren't here, I can feel you... with me.

PS.: postei esse texto no albúm que eu fiz pro Diego no orkut, mas, a pedidos, postei aqui também.

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